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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Um destino Ignorado

Título original: Destination Unknow
Autor: Agatha Christie
Tradutor: Paulo Buarque de Macedo
Gênero: Policial
Páginas: 123
Ano: 1942
Editora: Nova Fronteira

  Olá Pessoal! Como foram os feriados? Os meus foram tão bons que até estendi um pouco mais as minhas férias! Mas agora voltei com força, então chega de delongas e vamos mais a uma resenha.

  A resenha de hoje é novamente da nossa Rainha do mistério, Agatha Christie, mas ai você fala para mim: “ Ahh Cleber de novo, ela? Não aguento mais resenha dessa autora tosca” e ae querido amigo eu falo para você: “ Ela tem pelo menos 69 livros publicados e eu só li a metade, então se acostume por que novas resenhas virão :D. E outra, não é possível que você não goste de pelo menos um dos 69 livros né? ”

  O Livro de hoje se chama “Um Destino Ignorado”, onde conta história de vários cientistas que estão desaparecendo de seus países de origem, mas as autoridades não estão preocupadas com o bem estar deles, mas sim sobre as informações que eles possuem de seu próprio país, já que aparentemente eles estão indo por vontade própria, isso é o que diz o nosso agente inglês Jessop, que cria um plano infalível (já ouvi isso antes), em que ele segue a esposa do cientista desaparecido para o exterior onde provavelmente ela ira encontra-lo.

  Mas como todos os planos infalíveis nunca dão certo, a esposa do cientista morre em um trágico acidente de avião, nesse meio termo nosso agente especial encontra uma mulher muito parecida com a falecida esposa, chamada Hilary Craven que está passando por um momento muito difícil da sua vida, está depressiva e por impulso decide se matar.

  Jessop vendo tudo isso, propôs um acordo para Hilary, se ela realmente quisesse morrer por que não de um jeito mais “emocionante”? Tomando lugar da finada esposa do cientista e indo de encontro a ele deus sabe onde? Para que assim as autoridades pudessem tomar as medidas cabíveis contra os cientistas e/ou a organização que está tramando tudo isso e roubando os segredos de todos os países. E o que você acha que a nossa heroína faz? Aceita é claro! E é ai que a aventura começa!

  Eu acredito que esse é um dos poucos livros que tem um segmento diferente, pois não temos o nosso detetive Hercule Poirot e não temos um assassinato! Claro que nós temos o mistério e o suspense e as duvidas durante o livro característico da nossa autora, mas fora isso ele segue uma outra linha de raciocínio.

  A personagem principal é cativante e você realmente espera que de tudo certo para ela no final. Eu só não gostei com o livro começa a se encerrar, pois fica muito corrido e tudo acontece de repente e rapidamente, mas existe um bom fechamento. :D

Nota:





 Citação Favorita:

Neve pura neve, linda neve que cai. Desliza na neve e pro chão você vai.

 Olive Betertton

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Um destino Ignorado de Cleber Diniz está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Assassinato no expresso do Oriente

Título original: Murder on the Orient Express
Autor: Agatha Christie
Tradutor: Archibaldo Figueira
Gênero: Ficção inglesa
Páginas: 223
Ano: 2009 / original em 1934
Editora: Nova fronteira

  Eaeeeeee!
  Pessoal tudo bem?

  Hoje é quinta e é mais um dia resenha para vocês, a resenha de hoje é mais uma vez da minha autora preferida Agatha Christie :D

  Sim eu sei eu sei, faço muita resenha dela, mas é por que eu leio muito livros dela, por que são maravilhosos, então leia também hahahaha.

  O livro de hoje é assassinato no expresso do oriente um dos melhores livros dela então vamos a resenha?

  O livro tem como protagonista nossa querido detetive Hercule Poirot, ele precisa chegar a Istambul e o jeito mais rápido é pelo trem, o expresso. Junto com o Tenente Dubosc eles entram no trem e percebem que estranhamente o trem está lotado para essa época do ano com pessoas com diversas nacionalidades e locais diferentes, desde moradores de Nova York a italianos, O detetive entra e já começa a ficar com a pulga atrás da orelha, será que seu sexto sentido já começou a detectar alguma coisa?

  Bem, infelizmente Poirot estava certo, na madrugada do segundo dia o trem enfrenta uma nevasca e fica parado durante um bom tempo, Hercule começa a escutar alguns barulhos estranhos, sai da sua cabine para ver se encontra algo, mas não percebe nada e volta a dormir. Até que no dia seguinte chega a notícia de que um homem foi morto em uma das cabines com múltiplas facadas em seu corpo e que sua cabine estava trancada pelo lado de dentro. Como será que isso foi possível? O trem tinha acabado de passar por uma nevasca e estava parado, não tinha como ninguém entrar ou sair daquele vagão, e existia treze pessoas no local, quem será que assassinou o M. Ratchett?

  Gente, GENTE! Que livro é esse pelo amor! Okay okay, primeiro temos o básico dos livros da Agatha as apresentações, como são 13 pessoas o começo fica um pouco confuso e eu confesso que as vezes eu troquei os nomes dos personagens mas tudo bem, depois que acostumamos com isso, temos as pistas: várias pistas e vários mistérios são colocados no livro, até que chega um momento que você não sabe o que é verdadeiro e o que é falso!

  Gente, GENTE! E o final do livro? O que é isso? Primeiro você só descobre quem é o assassino nas últimas cinco folhas ai quando você descobre você fica assim: Oh My FREAKING GOD, THIS IS REAL LIFE? Ai você descobre o por que isso aconteceu e você fica: AHHHH I’M DONE! I’M DOOOONNNEEE ( caso você não saiba inglês use o google tradutor :D, mas basicamente isso expressa a minha surpresa hahaha)

  E é exatamente por isso que eu amo os livros da Agatha eles sempre dão uma reviravolta no final, e nesse livro especialmente você aceita o assassinato e não fica indignado com o assassino, é maravilhoso, TODO MUNDO PRECISA LER ESSE LIVRO.

  E ainda tem um filme baseado nesse livro de 1974 acreditam? Já estou baixando para assistir :D

Muito Bom

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 Citação Favorita:
- Eu? Eu suspeito de todo mundo até o último minuto.

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assassinato no Expresso do Oriente de Cleber Diniz é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Os elefantes não esquecem

  Oba, mas um livro da Agatha Christie , os Elefantes não esquecem! Vamos à resenha?

  Por mais que seja Agatha essa história é um pouco diferente, a morte, nesse caso um suposto homicídio seguido de suicídio do casal Ravenscroft ocorreu há bastante tempo uns doze anos aproximadamente, e não existia dúvida alguma de que fora isso que acontecera, mas o que mais intrigava era quem matou quem e depois se suicidou? Fora Lady Ravenscroft que matou seu marido ou vice e versa?

  A polícia não chegou a nenhuma conclusão devido às duas digitais do casal estarem na arma que os matou e por não encontrarem mais nenhuma pista, todos esses anos se passaram e isso caiu no esquecimento, até que  Ariadne Olive madrinha da filha do casal é abordada por uma mulher misteriosa pedindo maiores explicações para tentar proteger o seu filho de sua afilhada.

  Mas como assim proteger o seu filho? Do que? E como tentar chegar a alguma conclusão depois de tanto tempo do ocorrido? Ariadne quer ajudar sua afilhada a descobrir o que aconteceu com seus pais e investigar essa mulher misteriosa para saber qual é realmente sua intenção, e para isso ela vai precisar da ajuda de seu amigo Hercule Poirot!

  Eu acho esse livro diferente por dois motivos o primeiro é que o ocorrido se passou há muito tempo e querendo ou não as coisas ficam um pouco mais difíceis para os protagonistas chegarem a uma conclusão pois não tem pistas recentes e só relatos de pessoas mais velhas tentando puxar esse assunto da memória.

  Outra coisa é que já sabe que ocorreu um assassinato e os suspeitos já são mostrados logo nas primeiras páginas então o que realmente sobra do livro?

 Eu achei o livro fraco, acontecem sim algumas reviravoltas típicas da Agatha, mas infelizmente elas já são esperadas e a trama toda é descoberta de uma forma bem simples e previsível...

  Inclusive a parte do assassinato e todo o ocorrido, mas eu não acho que isso tem haver com o fato da Agatha ter escrito mal ou eu ter conseguido decifrar o livro todo, mas sim porque essa característica usada nesse livro já foi utilizado várias vezes na atualidade, então você fica com a sensação de já ter visto isso antes e torna um mistério bem fácil de ser resolvido.

 Infelizmente os diálogos também não me impressionaram muito, nem quando os protagonistas acharam algumas pistas. No fundo deu a sensação de que todo o livro foi enrolação e o que realmente importava, foi muito fácil de ser conseguido.

  Essa obra da Agatha me decepcionou um pouco, mas acho interessante relevar justamente por que é uma história que é bastante utilizada (por ser extremamente interessante quando visto pela primeira vez). Portanto no final das contas vale a pena ler, por que se você não leu muitas obras dessa autora maravilhosa ou não assiste/ Le coisas relacionadas a crimes policias você ira gostar :D

Regular






Citação favorita: 
"Você se surpreenderia com o que as pessoas podem se lembrar de você."



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domingo, 21 de abril de 2013

O Natal de Poirot



EEBBBAAA!
Finalmente um livro da Agatha Christie.

Ela é minha autora preferida de todos os tempos, já li muitas obras dela e nunca me canso, por que ela é o tipo de autora que te faz pensar, te leva para um caminho, mas logo em seguida destrói tudo o que você pensou e te humilha desvendando o caso hahah.




E o livro “O Natal de Poirot” não foge da tradição, tudo começa quando uma família há muito tempo não reunida se junta para o natal a mando do pai debilitado e de caráter BEM duvidoso, então os quatro irmãos com suas respectivas esposas voltam para sua casa de origem, onde revivem lembranças esquecidas há muito tempo...

Os irmãos não se dão bem, os filhos brigam com o pai e quando parecia que nada podia piorar BAM acontece um assassinato! 

Ninguém fora de casa poderia cometer o assassinato e TODOS têm motivos suficientes para ter matado o indivíduo e agora? Quem vai desvendar o mistério?

Nosso querido amigo Belga de bigodes excepcionalmente “cultivados” Hercule Poirot! Sim ele está na redondeza conversando com a polícia (que coincidência Jesus) e vai ajudar o pessoal.

A maioria dos livros da Agatha infelizmente sempre seguem um padrão: introdução dos personagens, MORTE, duvidas, pistas, especulações e finalmente REVELAÇÔES BOMBÁSTICAS.

Nesse caso acontece exatamente isso, mas o bom desse livro é que o que se revela não é só o assassino, mas também a mentira de certas pessoas.

O livro é bom, mas segue a mesma linha de raciocínio dos outros.

Bom

Citação favorita:

 “Quem jamais poderia imaginar que aquele velho guardasse tanto sangue dentro de si?...”
Obra MacBeth citada por Lydia.

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Resenha O Natal de Poirot de Cleber Diniz é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.