Oi gente, hoje temos mais um vídeo no canal e também mais um seguimento. Além de resenhas no blog, teremos vídeo-resenha no canal do youtube. As resenhas em texto ainda continuarão, mas também postaremos algumas em vídeo no canal. Divirtam-sem e não deixem de se inscrever no nosso canal!
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
As Crônicas Vampirescas vão voltar aos cinemas
Olá munchkins, hoje acordei com uma notícia
que não poderia ser mais linda. Há anos se ouvia o rumor de que o estúdio Universal
Pictures estava de olho nos direitos cinematográficos das Crônicas Vampirescas
da autora Anne Rice, por muito tempo perpetuou-se tal rumor, mas ontem saiu a
notícia de que o rumor agora é a mais pura realidade.
O Universal Pictures
adquiriu os direitos de todas as obras das Crônicas Vampirescas, além de
futuras obras também, para Brian Grazer e Imagine Entertainment. Obras desde
Entrevista com o vampiro e o futuro romance da autora “Prince Lestat” estão incluídas.
No acordo, a adaptação do
romance “O ladrão de corpos” roteirizado pelo filho da autora e também escritor,
Christopher Rice, está
incluso. Apesar do anúncio feito, ainda não foi revelado qual romance será
adaptado primeiramente para iniciar essa futura “franquia”.
Entretanto,
rumores surgem especulando o remake de Entrevista com o vampiro, primeiro
romance da autora que já fora adaptado para os cinemas em 1994 e rendeu $220
milhões de dólares, um grande sucesso na época.
Particularmente,
não sei se um remake de Entrevista com o vampiro funcionária, inicial uma
adaptação dos livros O vampiro Lestat e A rainha dos condenados seria uma
escolha melhor para concertar o grande erro em 2002 na fracassada adaptação
feita pelo estúdio Warners.
Você
deve estar se perguntando: Mas nem todo mundo conhece Entrevista com o vampiro, não seria um problema?
Muitos
realmente nem nunca ouviram falar de Anne Rice e muito menos de Entrevista com
o vampiro, mas eu tenho receios com remake. E o vampiro que mais fez sucesso
nas crônicas foi o Lestat, não tenho dúvidas de que um filme contando a
história dele faria sucesso. Caso a aposta fosse bem sucedida, uma adaptação de
A rainha dos condenados seria consequência, afinal, o livro em si é uma
continuação direta de O vampiro Lestat.
Em
todo caso, o jeito é aguardar e esperar para ver o que irá acontecer. Espero
que eles realmente se empenhem em tentar no mínimo seguir a linha narrativa do
livro e não inventar lorotas como foi feito em 2002, mas não depende de nós.
E
vocês, munchkins? Qual filme vocês acham que merece inaugurar essa nova
franquia?
Deixe
um comentário e vamos conversar a respeito!
Para
saber quem é Anne Rice e suas obras, clique AQUI!
terça-feira, 5 de agosto de 2014
TAG: Como eu leio
Hey munchkins!
Nós estivemos um pouco afastados nos últimos meses por
alguns problemas, mas estamos voltando com todo o vapor, tudo por vocês! E depois
de muito tempo, estamos juntos novamente em mais uma divertida TAG. Como de
costume, ninguém nos tagueou, mas isso nunca nos impediu de responder uma TAG
:)
Então, assista ao vídeo da TAG “Como eu leio” e descubra
as curiosidades a nosso respeito com os livros. Não se esqueça de se inscrever
no canal, o seu apoio é crucial para nós!
terça-feira, 27 de maio de 2014
O Lado Bom da Vida
Título original: Silver Linings Playbook
Autor: Metthew Quick
Tradutor: Alexandre Raposo
Gênero: Romance, Comédia
romantica.
Páginas: 256
Editora: Intrínseca
Olá pessoal, como vocês estão?
Hoje minha resenha será sobre o livro “O
lado bom da vida”.
A história é contada e vista pelo personagem
Pat Solitano um ex-professor que foi internado em um hospital psiquiátrico
depois de ter uma crise nervosa após o rompimento de seu casamento. Pat
então começa a narrar sua vida após sua mãe buscá-lo e tirá-lo do hospital. E é
a partir daí que ele tenta resgatar tudo o que ele perdeu, começando pelo seu
relacionamento.
A vida dele nesse momento está direcionada à
voltar com sua esposa, então ele faz de tudo e tenta mudar toda a sua
personalidade para agradar a mulher que ele não vê há muito tempo e que não tem
nem sinal de que vá encontrá-la novamente. Então ele é mais simpático, faz
coisas que não fazia antes e até lê livros que ele nunca pensou em ler.
A vida na casa dos Solitanos também não é
muito fácil. Sua mãe, é claro, faz de tudo para agradar o filho, comprando
maquinas de academia caras e fazendo sua comida preferida, mas o pai de Pat não
é tão solidário assim, além dele já não ser aberto há emoções e sentimentos,
ele não está confortável com a presença do filho em casa, pois acha que Pat
não está curado.
Nesse meio termo ele encontra Tifanny, uma
jovem viúva com problemas de relacionamento, mas que parece se interessar por
Pat, então ela tenta ajudá-lo a voltar com sua mulher se ele também fizer um
favor para ela!
E é nessa confusão de sentimentos, emoções,
interesses que o drama surge. Pat mal consegue manter a sanidade sozinho, como
será que ele vai aguentar a pressão das pessoas ao seu redor?
O que é diferente em o Lado bom da vida é a
forma do autor mesclar o drama com a comédia, que vão de partes em que os
personagens são depressivos por coisas totalmente irrelevantes ou quando Pat
não consegue entender o sarcasmo de Tifanny. Até partes em que o próprio Pat
não consegue se livrar de fantasmas do seu passado e de sua ingenuidade sobre
seu antigo relacionamento.
Eu gostei do Lado bom da vida, não somente
por causa do romance em si, mas o fato que os dois estão tentando se adaptar ao
mundo que não os aceitam devido aos seus problemas, distúrbios e imperfeições.
E parece que a única forma dos dois voltarem aos eixos é se eles ficarem
juntos, por que apesar de tudo que passaram e de tudo que possuem, somente eles
se conhecem verdadeiramente.
Citação Favortira:
" Se as nuvens estão bloqueando o Sol, sempre tento ver aquelas nuvens por trás delas, o lado bom das coisas, e lembro de continuar tentando."
sábado, 10 de maio de 2014
A Rainha dos Condenados
Título original: The Queen of the Damned
Autor:
Anne
Rice
Tradutor:
Eliana
Sabino
Gênero:
Romance
sobrenatural; gótico
Páginas:
586
Editora:
Rocco
Como
vocês perceberam, sou apaixonado pela Anne Rice e não podia deixar de resenhar
este livro que é um dos melhores que
a Anne já escreveu. Então vamos lá!
No
livro “O vampiro Lestat” conhecemos
Akasha, uma antiga rainha egípcia portadora da essência dos vampiros. E em “A rainha dos condenados” ― continuação
direta de “O vampiro Lestat” ― vemos
as conseqüências dos atos de Lestat no livro anterior.
Neste
romance, Lestat começa a relatar brevemente o que lhe aconteceu; o sucesso com
seu show; o pandemônio dos vampiros querendo a sua destruição e a incrível
força que destruía seus inimigos com fogo. Entretanto, ele dá uma pausa em sua
narração e informa ao leitor que alguns fatos anteriores são de grande
importância para a compreensão de todo este cenário caótico.
“Porém não se preocupem: embora os
abandone, voltarei com força toral no momento apropriado. A verdade é que odeio
não ser o tempo todo o narrador na primeira pessoa! Parafraseando David
Copperfield: não sei se sou herói ou vítima nessa história.”
A Rainha dos Condenados, pp. 16
A
narrativa, ao contrário dos livros anteriores, não é focada em apenas um
narrador personagem, aqui temos vários narradores que ajudam a construir esta
incrível historia. E com isso você é transportado o antigo império epípcio há
seis mil anos, e conhece a história da rainha Akasha e principalmente a
história da origem dos vampiros. E obviamente o desfecho de toda a trama. Vemos
retornar alguns personagens queridos, como Louis, Gabrielle e Armand, e também
vemos novos personagens como Maharet e Jessica, duas personagens narradoras
fundamentais para o desfecho do enredo. Além de outros personagens, cujas
personalidades peculiares criam um universo vampírico muito mais atrativo aos
olhos dos mortais.
A
religião e a fé são colocadas em questionamento como em quase todos os livros
da autora, e é o que mais me encanta, mas neste romance ela trabalha outros
aspectos como a razão de existência, falhas e virtudes humanas representadas
por seus vampiros. Além de criar um novo universo e colocar o vampirismo em um patamar
nunca antes visto.
Sua
escrita é impecável, cheia de detalhes ricos e estruturas deliciosas de se ler.
E a diferença peculiar na narração quando troca-se o personagem narrador é fantástica. Como eu disse na resenha de o Vampiro Lestat,
você se convence de que são realmente os personagens que estão contando a
história e não a autora. O que torna o livro uma obra deliciosa de devorar em
qualquer momento do dia.
![]() |
| Excelente! |
Citação
favorita: “Nenhum
de nós realmente muda com o tempo; apenas nos tornamos mais integralmente o que
somos.”
Lestat
Resenha A Rainha dos Condenados de J. R. Gomes está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
domingo, 4 de maio de 2014
As vantagens de ser invisível
Novo vídeo sobre a adaptação cinematográfica de As
vantagens de ser invisível.
sábado, 3 de maio de 2014
As vantagens de ser invisível
Título original: The perks of being a wallflower
Autor: Stephen Chbosky
Tradutor: Ryta Vinagre
Gênero: Romance epistolar; Literatura juvenil
Páginas:
224
Editora:
RoccoTodos nós já fomos, somos ou seremos adolescentes. E por mais bobo que possa parecer para um adulto os pensamentos e a forma como um adolescente vê o mundo, não muda o fato de que este adulto já tenha pensado e visto o mundo da mesma forma.
E
as vantagens de ser invisível é isso, o mundo adolescente apresentado por um
garoto peculiar e único.
Narrado
em formato de cartas, Stephen Chbosky nos conta a história de Charlie, um
garoto de quinze anos que está se recuperando de uma grande depressão após
perder o seu melhor amigo. Charlie possui certos problemas para se socializar,
uma coisa bem complicada para um calouro no ensino médio, mas ele acaba
conhecendo dois veteranos que são um pouco estranhos, mas completamente autênticos.
Sam
e Patrick acabam acolhendo Charlie em seu círculo de amizade, e ao lado deles o
inocente e ingênuo Charlie começa realmente a viver. Ele experimentará as
primeiras coisas da adolescência, como o primeiro beijo, o primeiro porre, a
primeira briga, o primeiro amor e principalmente os primeiros amigos
verdadeiros. Coisas simples que todos nós já passamos ou ainda passamos, mas
são coisas simples através do olhar de um garoto único com uma visão de mundo
totalmente diferente da maioria. E é essa visão que cativa e envolve adultos e
adolescentes durante a leitura. A forma como Charlie enxerga esses
acontecimentos é o que torna o livro o que ele é.
Charlie
é um personagem que te cativa nas primeiras páginas. E conforme ele nos conta a
sua história, você inevitavelmente acaba sentindo-se amigo desse garoto. Sente que o querido amigo para o qual
ele escreve as cartas é você. Você se torna amigo de Charlie e conforme as
páginas vão passando você se apaixona; se entristece; se enraivece, se alegra, se identifica. Esse vínculo que o autor cria com o leitor é o que torna a experiência de leitura única.
A
narrativa de Stephen Chbosky é simples, mas o seu vocabulário é muito rico. Assim
como as ideologias do autor apresentadas através das palavras do personagem
narrador. O texto flui naturalmente e as páginas passam sem você perceber. O
livro As vantagens de ser invisível é
completamente apaixonante e envolvente. É um livro que eu recomendo muito, pois
me atingiu de formas que nenhum outro livro me atingira antes.
Venha
ler este maravilhoso romance e encontre aquela música perfeito que te faça
sentir-se infinito.
![]() |
| Excelente! |
Citação favorita:
“Talvez seja bom colocar as
coisas em perspectiva, mas às vezes acho que a única perspectiva é estar aqui.
(...) Porque não há problema em sentir as coisas. E ser quem você é.”
Charlie
Resenha As vantagens de ser invisível de J. R. Gomes está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Assinar:
Postagens (Atom)






